Frase de Affonso Romano de Sant'Anna

Desde que conheci você
sinto como se estivesse andando
com pequenas asas nos meus sapatos
como se meu estômago estivesse
cheio de borboletas
(Affonso Romano de Sant'Anna)

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Silêncio Amoroso Preciso do teu silêncio cúmplice sobre minhas falhas. Não fale. Um sopro, a menor vogal pode me desamparar. E se eu abrir a boca minha alma vai rachar. O silêncio, aprendo, pode construir. É um modo denso/tenso - de coexistir. Calar, às vezes, é fina forma de amar.

(Affonso Romano de Sant'Anna)

O que não escrevi, calou-me. O que não fiz, partiu-me. O que não senti, doeu-se. O que não vivi, morreu-se. O que adiei, adeus-se.

(Affonso Romano de Sant'Anna)

Deixa que eu te ame em silêncio Não pergunte, não se explique, deixe que nossas línguas se toquem, e as bocas e a pele falem seus líquidos desejos. Deixa que eu te ame sem palavras a não ser aquelas que na lembrança ficarão pulsando para sempre como se o amor e a vida fosse um discurso de impronunciáveis emoções.

(Affonso Romano de Sant'Anna)

Sem o mito do amanhã não existiríamos. Não fora o amanhã e secaríamos à beira dos caminhos, esboroaríamos como um cascalho no deserto. O amanhã é que fermenta o hoje, que fermenta o ontem.

(Affonso Romano de Sant'Anna)